terça-feira, 23 de maio de 2017

Pollyana - Eleanor Hodgman Porter

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             O livro Pollyanna foi escrito por Eleanor Hodgman Porter e foi o livro mais bem sucedido escrito pela autora, sendo sucesso de vendas no ano de sua publicação em 1913. Pollyanna é um livro infantil, mas sua história é lida pelos diversos públicos como um ensinamento de forma de ver a vida.
            Pollyanna é uma menina de 11 anos órfã de pai e mãe, que vai morar com sua Tia Polly em outra cidade. Nessa nova cidade, Pollyanna ensina a quem encontra o Jogo do Contente, uma forma de enxergar o lado bom da vida. O livro permite ver a necessidade de levarmos uma vida sem amargura e o poder da alegria para nos transformar em novas pessoas.
“ As pessoas irradiam o que está em suas mentes e em seus corações. Se um homem se sente bondoso e amável, seus vizinhos logo vão se sentir assim também. Mas se ele repreende, faz cara feia e critica, seus vizinhos vão retribuir cara feia com cara feia, e com juros! ... Quando você procura o que é ruim encontra. Quando sabe que vai encontrar o que é bom, você consegue achar...”
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       Muitas pessoas enxergam o livro como utópico e otimista demais. Mas no mundo de tantas cobranças, não faz mal ser um pouco mais otimista. A questão é, que nos concentramos tanto nas coisas ruins, que mal paramos para nos parabenizar pelo que de bom conquistamos. Somos nossos piores críticos e essa autocritica pode refletir no nosso corpo, em nossa mente. O que Pollyanna tenta explicar é que temos que fazer um mínimo esforço para nos lembrarmos mais daquilo que é bom e deixar o ruim em segundo plano. O intuito não é esquecer o que nos aconteceu ou não corrigir o que fizemos de errado, mas liberar nossa mente para ver soluções e não estarmos sempre “com um chicote na mão” pronto para nos castigarmos mentalmente.
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           O livro embora infantil, é um ensinamento de vida a ser aplicado constantemente. Mostre-se contente e sua mente lhe retribuirá com felicidade e soluções. Enfim, recomendo fortemente o livro, leia para seu filho, sobrinha, priminha mais nova, ou leia para você mesmo e procure aplicar o jogo do contente em sua vida e verá que tem muito pelo que ser grato.

terça-feira, 2 de maio de 2017

Roupa Coringa para estilo Minimalista



               Existem certas roupas que sempre temos que ter no guarda-roupa porque dão certo com tudo, são atemporais e quebram um galho imenso nas combinações. Em tempo que se fala cada dia mais de minimalismo, conhecer essas peças essenciais é primordial na hora de saber o que permanece no seu arsenal e o que pode ser mudado de estação ou conceito de moda. Ou seja, aquelas peças que valem a pena investir um dinheirinho a mais pois vão mesmo durar muito tempo e compensar o gasto.
    

JAQUETA.  De couro #fall #fashion / black everything: Blusa jeans:

       A peça que mais gosto, é a jaqueta de couro preta, além de levantar qualquer camiseta, ainda deixa o look estiloso, protegendo do frio. Já a blusa jeans de botão, combina com calça, saia ou qualquer outra combinação imaginável.
  
      Outra peça essencial é uma blusa branca alinhada para dias mais arrumados e blusas básicas, mas de bom caimento pra usar com um colar e levantar a roupa ou usar em dias comuns.
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      As calças jeans azul escuro, uma calça preta e uma calça de cintura alta são essenciais.
 Amei o look! Sapatilha preta e cinto médio preto, fivela prata só detalhes: CALÇA FLARE  street-style-calca-cintura-alta-flare:

        Dentre as saias se destacam a saia lápis preta e a saia midi de preferência em cor mais pro neutro como esse rosé. 
saia lápis preta ou azul.escura: Saia midi rosé e.sandalia bege:

         Além do short jeans básico sugiro que tenha pelo menos um short de alfaiataria preto para aqueles dias mais quentes em que você não quer ficar desarrumada e uma legging de pano um pouco mais grosso fica super confortável e veste muito bem com uma sapatilha.
 .short alfaiataria alinhado preto:  Legging de.pano um pouco mais grossinho:

         Tênis branco e preto. Sandália de preferência em cor neutra e sapatilha preta
@ematimofei:   Alto contraste e estampas clássicas muito discretamente misturadas.:

        Como acessórios indico você ter um cinto de courorelógio dourado, seja ele redondo ou quadrado e um óculos bem básico que não saia de moda e que caia como uma luva no seu rosto

born in the wrong era india@india-rose.co:   Tênis branco:  
       E aí você tem essas peças? Se não, não tenha pressa para adquirir tudo, pois elas geralmente precisam ser peças de qualidade, pois vão durar muito e você não vai cansar de usa-las, mas vai por mim, elas vão te tirar de cada sufoco de não saber o que vestir.

quinta-feira, 2 de março de 2017

Clube da Luta - Chuck Palahniuk

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       O escritor Chuck Palahniuk é jornalista e reconhecido por uma escrita contundente de personagens marginalizados pela sociedade que acabam por desenvolver uma conduta autodestrutiva. Quanto ao livro Clube da luta, na narrativa o personagem principal está descontente com trabalho e sua vida, apesar de possuir um bom apartamento e emprego, questionando-se quanto a felicidade em bens materiais.
       Sofrendo de insônia ele só consegue dormir quando frequenta um grupo de apoio a pessoas com câncer. Mesmo não tendo nenhum câncer, ele percebe que naquele ambiente pode encontrar a calma quando no final da meditação os grupos formam pares, se abraçam e choram abraçados.
 
"- Aquilo era liberdade. Perder todas as esperanças era libertador..."
 
        Entretanto um dia surge no grupo uma mulher chamada Marla, e sem explicação ele percebe que terá dificuldades de vivenciar a calma no grupo com a presença de Marla. Nessa mesma época conhece Tyler Durden, que o convence a criar o clube da luta, em que as pessoas podem lutar entre si, descarregando suas frustrações.
 
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          A medida que se envolve com a vivência de Tyler, ele passa a se aprofundar mais na indignação de diferença de classes sociais, da valorização da riqueza entre outros  ideais, que fazem com que ele necessite a cada dia mais aumentar o nível de desafio de suas atividades.Tyler deixa que tem  como objetivo o alcance do fundo do poço como forma de se atingir algum despertar interno.
 
"- Estou rompendo meus vínculos com a força física e os bens materiais - Tyler sussurra-, pois apenas ao me destruir posso descobrir o poder superior do meu espírito."
 
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           O livro me fez além de pensar sobre como as vezes valorizamos bens materiais sem sentido, também em como por vezes quando estamos tristes, cansados, remediamos a situação com bebida, compulsão alimentar, etc, que temos consciência que não nos ajudaram de uma maneira geral. O fato é que não existe nenhum tesouro no fundo do poço, então temos que parar de cavar, embora você esteja inicialmente entediado.
 
         Se definisse o livro em três palavras, seriam: fuga, desespero e divergência. A revolta com a falta de posses e oportunidade que distingue e marginaliza boa parte da população que tem que seguir suas vidas a despeito de sua pobreza. Como não podendo ser resolvido, encontram na luta física a resposta onde a revolta contra tudo é descarregada no punho.
 
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quarta-feira, 1 de março de 2017

Precisamos falar sobre Saúde Mental?

[...] Dentre tantos destinos de nossa devoção, nunca se tem total ciência…:
    Estamos nos calando demais para aquilo que não conhecemos. Nenhum de nos é igual ao outro e o desconhecimento de diferenças mentais pode criar comportamentos de violência. Repudiamos o que não conhecemos, por isso o melhor caminho é sim falar mais no assunto e discutir, tentar entender. É o que fazem os dois autores dos livros que irei citar.
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        Em Passarinha de Kathryn Erskine, Catlin é uma criança com Síndrome de Aspenger, autismo, passando por uma situação difícil de perda do irmão e tendo que lidar com a dificuldade de adequação com os colegas de escola.

" A Sra. Brook diz que as pessoas sentem muita dificuldade de me entender porque eu tenho Síndrome de Aspenger e por isso tenho que me esforçar muito mais ainda para entendê-las e isso significa trabalhar as minhas emoções". 

           A autora descreve com maestria a visão de mundo a partir dos olhos de Catlin, demonstrando e nos fazendo entender o porque de suas ações e comportamento.
         Outro livro é O papel de parede amarelo de Charlotte Perkins Gilman, em que uma mulher passar a sofrer de depressão nervosa após o nascimento de seu filho. A falta de compreensão de seu estado de saúde faz com que o seu principal tratamento seja ficar confinada dentro de casa, longe de qualquer sinal de civilização.

         Podemos perceber no livro o agravamento de seu quadro, e apesar do conto se passar no século XIX, atualmente ainda vemos mulheres passarem por isolamentos em períodos de licença-maternidade e a falta de empatia de familiares com o diagnostico de depressão.
Incompreensão da depressão como doença:
" Ele sabe que não há motivo para sofrer e isso é o suficiente..."
" Ninguém acreditaria no esforço que é fazer o mínimo que consigo: me vestir e receber visitas e outras coisas."
     Enfim, os dois livros falam na importância de entendermos o próximo e que o aprendizado das diferenças humanas ajudaria na simpatia e melhor convívio e postura.

segunda-feira, 20 de fevereiro de 2017

Decoração de Quarto

                É tão bom chegar em um quarto aconchegante no final do dia. Existem certos detalhes de decoração que tenho vontade de ter no quarto, como um cantinho de leitura, criado-mudo, almofadas fofas, escrivaninha e um tapete bem estiloso. São coisas simples, mas que fazem a diferença pois dependendo de como você escolhe vai imprimir personalidade no seu quarto.
Cantinho de leitura: Poltronas bem confortáveis com uma luminária pendente pra poder ler livros confortavelmente.

Por não ser um espaço muito utilizado pelas famílias, mas ainda ser um ambiente muito gostoso, o quarto de hóspedes pode acabar virando um cantinho delicioso para uma leitura ou até mesmo para aqueles momentos que você precisa fugir, sem poder sair de casa.:

Criado - mudo: Adoro criado-mudo bem simples, ou até um banquinho do lado da cama

decoracao-historiasdecasa-maxhaus-comtijolo-31:


Almofadas: Muitas almofadas coloridas em cima da cama ou aquelas que você pode usar como banquinho pra sentar no chão.

Decor: Trico e crochê na decoração! - Você precisa decorVocê precisa decor:

Escrivaninha: Grande ou pequena com estante perto para acomodar os livros.

Cozy #ikea #raskogcart More:
Tapete: com o tapete podemos ficar sentados confortavelmente no chão quando quiser, além de dar vida ao quarto.
UrbanOutfitters.com: Awesome stuff for you & your space:
;)

domingo, 5 de fevereiro de 2017

O Morro dos Ventos Uivantes - Emilie Bronte

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O Morro dos Ventos Uivantes foi escrito por Emilie Bronte em 1847 . Emilie irmã da também escritora Charlote Bronte (mais conhecida por ter escrito Jane Eyre), foi questionada quanto a autoria do livro, onde atribuíam-se a seu irmão. Esse fato se deve ao provável machismo da época e por ser um livro em que não se apresenta somente o romantismo, mas a vingança e amargura de personagens, características pouco freqüentes em escritas femininas da época.


A obra conta a história da paixão entre Heathcliff e Catherine na fazenda chamada Morro dos Ventos Uivantes.  Heathcliff é acolhido quando criança pelo pai de Catherine e os dois crescem como amigos de infância. Mas Hindley, irmão mais velho de Cattherine não aceita a inclusão de Heathcliff na família, e quando seu pai morre, ficando tudo sob sua guarda, Hindley logo começa a tratar Heathcliff como servo, tentando diminuir sua dignidade e o afastando de  Cattherine.

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 A personagem de Cattherine apesar de amar Heathcliff , tenta se adequar a sociedade e acaba desprezando o amor  por Heathcliff devido sua atual insignificância  e decide se casar com um pretendente bem visto pelo irmão e  pela sociedade. Heathcliff transtornado e vendo seu amor desprezado vai embora e retorna rico com objetivo de se vingar de todos. Um amor proibido que deixará rastros de ira e vingança.


As pessoas insistem em afirmar ser uma história muito romântica e acredito sim que havia um amor profundo entre os personagens principais. Entretanto o livro trata mesmo é de vingança, defeitos humanos e da capacidade de crueldade humana de se satisfazer com o sofrimento alheio.

 Várias vezes parei de ler o livro, pois me fazia pensar em como algumas pessoas se utilizam de outras  para alcançar seus objetivos. O quanto a diferença de oportunidades é o grande divisor de como seremos e como as outras pessoas irão nos enxergar. O quanto podemos ser covardes diante da tirania para mantermos nosso conforto. O livro quebra o paradigma de bem e mal, todos os personagens apresentam qualidades e defeitos a ponto de você não saber qual personagem lhe agrada realmente.

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Os personagens principais se sobressaem por serem completamente cientes de seus defeitos, diferente dos outros que ou se vangloriam de suas características ou atuam como servos. Heathcliff e Cattherine não se prestam a servir ninguém e são cientes de que não são pessoas perfeitas (donzela e príncipe encantado), encontrando um no outro a capacidade de se enxergar como são e não como uma ilusão e idealização utópica de seus pretendentes ou de si mesmo.


Confesso que fiquei mesmo com muito asco do personagem principal Heathcliff por sua sede de vingança e que assistindo ao filme, consegui enxergar que a violência que ele atribuía a outros, um dia foi atribuída a ele quando jovem. O que percebi é que minha mente já estava acostumada a ler historias em que o mocinho passa por todo tipo de sacrifício e não corrompe sua bondade, o que não é o caso da historia de O Morro dos Ventos Uivantes que demonstra o desejo de vingança.