quarta-feira, 4 de outubro de 2017

GTD Getting things done - A arte de fazer acontecer de David Allen




David Allen é um dos mais influentes pensadores sobre produtividade no mundo. Conhecido por aplicar e repassar o ensinamento em diversos países do método GTD (Getting things done). O método garante cumprir as atividades estabelecidas no dia-a-dia, entregando soluções no prazo e mantendo a calma diante de múltiplas atividades.

O método é explicado detalhadamente no livro. A representante da empresa de David Allen e do GTD no Brasil é a maravilhosa Thais Godinho do blog Vida Organizada, que com seu jeito simples, repassa qualidade de vida com produtividade.

O método é complexo na sua totalidade, mas facilmente aplicável quando se pega a prática. Nos dois primeiros capítulos do livro o autor explica de forma geral sua ideia com o método GTD.

O mapa construído por David Allen esclarece bem resumido a ideia em si. Ou seja você organiza seus materiais pendentes de resolução e se propõe as perguntas a seguir:



fluxograma-gtd-para-produtividade

Ou seja, você primeiro vai coletar as informações de tudo, absolutamente tudo que está pendente na sua vida para ser resolvido, desde comprar papel higiênico até terminar aquela enorme dissertação (calma lá, você não vai fazer tudo ao mesmo tempo, só anotar isso em um caderno, que você vai chamar de caixa de entrada).

Depois de tudo anotado, você irá processar cada um desses afazeres com a seguinte pergunta, isso requer uma ação?. Se não ou é material para ir pro lixo; algum material de referência que devera ser guardado (ex: material de arquivo do seu trabalho que você pode usar um dia), ou aquela ação não deverá ser realizada em pouco tempo, assim fica na parte de Algum dia/ talvez, para posterior analise (ex. viajem para outro estado).

Já se requer ação, se levar menos de 2 minutos para concluir faça imediatamente, se depende de outra pessoa delegue, se é uma ação realizada em dia ou horário especifico marque no calendário e se requer uma ação mais demorada, coloque na lista de próximas ações.

Mas para entender melhor, gosto de construir meu próprio mapa de maneira mais simplificada e explicado o significado de cada etapa:

https://i.pinimg.com/originals/5e/36/62/5e36626a89bb21edca7487f2fd958701.jpg

Diferente da maioria das planilhas eu quis acrescentar os itens essenciais que David Allen orienta que façamos, são eles:  lista de próximas ações, já citada anteriormente; lista de projetos em andamento, arquivo de projetos (pasta de referência só dos projetos); lista de espera (aguardando resultado de ação delegada) e o calendário

A partir do capitulo 3 vemos a subdivisão que o autor propõe para o entendimento melhor da didática proposta, são elas:

Como o assunto é abrangente, a cada semana falarei sobre cada uma das etapas. Só clicar no link. Até mais...









quarta-feira, 20 de setembro de 2017

Comparação com outros e o que podemos aprender




print from billyshowell.com   É certo que é inevitável nos compararmos. A comparação é um processo que utilizamos para aprendizagens e saber como devemos nos comportar em determinadas situações. É o termômetro usado para aprender com o outro. Entretanto temos que ter ciência do seu poder em nos derrubar em diversos momentos.

      Confesso que estive e estou muitas vezes presa a um ciclo de comparação, em que crio uma expectativa, uma espera de alcance de algo que aparentemente (as vezes são só aparências mesmo) o outro obteve e que eu deveria conseguir. Dessa forma, se me julgo incapaz de alcançar ou inferior por já não ter alcançado tal fato, passo a me menosprezar. 

        Um ciclo vicioso de comparação-expectativa-menosprezo. Um ciclo que estou tentando contornar, me enxergar melhor, não colocar o outro sempre a frente e em um pódio inalcançável. Dessa forma, quando em comparações eu possa enxergar nas diferenças um oportunidade de me ver como um pessoa única, individual, com a serenidade de lidar com quem eu sou, com respeito e a partir daí retirar um aprendizado. 

         Esse aprendizado pode ser gerador de duas reflexões: 

(1 - auto reconhecer as qualidades): sou uma pessoa com características positivas, com diversas conquistas, possuidora de talentos e formas de enxergar a vida 

(2 - mudança) caso enxergue que gostaria de mudar algum aspecto, ver se não estou passando por cima de mim mesma, quero dizer aqui menosprezando quem sou como pessoa. Assim sendo, ter a coragem de encarar os problemas não como algo destrutível, mas sim que eu, um ser em desenvolvimento como qualquer outro posso crescer a meu modo, com minha forma de dar os meus passos, enfim, respeitando meu EU .

      O ciclo assim, é substituído por: individualidade - aprendizado (reconhecer qualidades e o que pode ser mudado) - auto respeito. Um ciclo que precisa ser exercitado até você reaprender como deve pensar a seu favor.

segunda-feira, 4 de setembro de 2017

Não há uma você melhor do que a você que você é

Andrew Gallo 1 


          Durante toda vida alimentei em mim uma responsabilidade ferrenha de melhora de mim mesma e ofereci as glórias pra uma pessoa utópica do futuro quem me tornaria. Quando alcançava algum feito, não me parabenizava porque tinha que lutar e conquistar mais alguma coisa para me tornar aquela do futuro que sempre sonhei. Alguém diferente de mim, alguém bem melhor do que eu. 

             Mas, quando você castiga uma pessoa e ela se esforça, melhora e mesmo assim você continua castigando-a, ela se cansa e não quer mais evoluir. Ela não vai querer chegar mais em lugar nenhum, porque, aparentemente o que você quer é inalcançável. Se você não a parabeniza quando ela rompe barreiras e evolui, se você continua a dizer que essa pessoa não é boa suficiente, ela para de se esforçar, ela para de querer aprender, porque você só enxerga o erro. Foi o que aconteceu comigo e passei a negar qualquer sinal de responsabilidade com minha vida e evolução.

              Eu planejava, amanhã farei tal coisa, amanhã praticarei atividade física, e quando o amanhã chegava eu não tinha interesse nenhum em continuar e passei a querer jogar a responsabilidade pra esse eu do futuro, esse eu de amanhã, que merece tantas glórias. A partir daí vi que havia me perdido completamente na imaginação do meu eu utópico. 

              Existe uma parte de mim que quer ser diferente, mas existe outra parte de mim que diz que tenho que antes conseguir apreciar quem sou agora, que só vou conseguir melhorar, a partir da constituição da ideia de que eu não sou um erro completo, um desastre ambulante que precisa se erguer das cinzas e virar uma fênix. 

                Saber que quem eu sou agora é sempre a mais confiável, determinada e com vontade de evoluir que conheço em mim. Não existe um eu vindo dos sonhos que não tem medo de nada e revolverá todos os meus problemas... Quando eu ler mais... Quando estiver me comunicando melhor... Quando eu estiver melhor.... A responsabilidade não está no futuro, mas na pessoa que está aqui, agora, no tempo real, no presente. 

              Entretanto aceitar os desafios do presente só será possível acreditando que eu tenho o melhor agora, eu mesma, confiável e onde posso me apoiar para dar passos maiores, não em busca de um ser perfeito, mas mais experiente que um segundo atrás, oriundos de erros e aprendizados de mim mesma.

              Sou assim, confiável e apreciável, mesmo com defeitos, pois posso aprender e crescer a partir de mim, aprender aos poucos, não evitando os problemas com medo da punição evocada por mim mesma. Mas encarando-os de frente, como desafios do presente aceitáveis para que eu me transforme, vendo no desafio perspectiva positiva. O que posso fazer para que esse momento seja bom? E aceitar as experiências e conhecimento adquirido com o tempo na construção da confiança e aceitação de que o meu eu de agora é o meu melhor espelho.

quarta-feira, 31 de maio de 2017

Hobbit - J.R.R. Tolkien

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O Hobbit é o livro precursor da série trilogia dos anéis, escrito por J.R. R. Tolkien, que conta as aventuras de Bolseiro, um Hobbit pacato e não muito dado as aventuras que vê sua vida mudar, quando o velho mago Gandalf aparece em sua porta e o convoca para uma missão de resgate de um tesouro com treze anões, em que terão que enfrentar floresta encantadas, Orcs, lobos e dragões.
A edição da WMF Martins Fontes, possui ilustrações belíssimas feitas pelo próprio autor, que delineia uma história que te prende do inicio ao fim nessa aventura. O poder de descrição e escrita de J.R.R. Tolkien realmente me impressionaram. A descrição de Gollun, que cheguei a conhecer primeiramente no filme Senhor dos Anéis é tão rica que realmente o personagem do livro e filme, muito se assemelham devido a descrição brilhante do autor.
“ Ali no fundo, na beira da água escura, vivia o velho Gollum, uma pequena criatura viscosa. Não sei de onde veio, nem quem ou o que ele era. Era um Gollum – escuro como a escuridão, exceto por dois grandes olhos redondos e pálidos no rosto magro.”
“- E quando ele dizia gollum, fazia um ruído horrível na garganta, como se estivesse engolindo alguma coisa. Era assim que tinha conseguido esse nome, embora sempre chamasse a si mesmo de “meu precioso”.”

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Algo que me contagiou no livro desde o início é que Bilbo, o bolseiro, não era nem de longe corajoso e destemido, ainda assim, o mago reconheceu que ele seria a melhor escolha para essa aventura e a partir daí vemos Bilbo enfrentar aventuras que ele mesmo não acreditava que fosse capaz de enfrentar.

Não cheguei a ler senhor dos anéis, mas tenho certeza que se o livro me caísse em mãos sentiria correr as páginas, dada sua escrita.

sábado, 27 de maio de 2017

Golpe 16



DITADURA (ECONÔMICA) TOGADA? | THE EAGLE VIEW: Eu como todas as minhas vontades
Eu não presto mais atenção
Da tela da TV, de celular eles gritam pra esquecer.
Bebo um copo de vodka, misturada com morango pro veneno ser descartado com seu beijo.

Eles dizem que eu não preste atenção e eu não consigo.
Eu tento todos os artifícios e como todas as minhas vontades.
Não esteja por perto quando eu colocar tudo para fora.
Tudo bem, eu sei que você não vai estar

Eu estive fingindo
Eu estive fingindo que não podia ver, mas eu posso...
E a comida, o álcool e a sua TV não são mais suficientes pra me controlar.

Eu sei que fui vendido, e você me ensinou a julgar o meu amigo.
E você ensinou o meu amigo a me julgar, enquanto tirava tudo de nós.
Ele ainda não consegue ver, pois acredita com todas as forças em você.
Poderiam lhe tirar tudo, como assim o fizeram, mas nunca tirem a sua coleira.
Ele não saberia o que fazer de si.

                                                                                                                       Bluebid